segunda-feira, 2 de março de 2015

ALTERIDADE PARTE III - CICLO I

1o ano - ALTERIDADE

OBJETIVO: Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas.
CONTEÚDO: As diferenças religiosas.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
- Pesquisa, com as famílias, sobre sua religião 
- Construção de um gráfico com as religiões da turma



2o ano - ALTERIDADE
OBJETIVO: Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas
CONTEÚDO: As diferenças religiosas
SUGESTÃO DE ATIVIDADE:
- Leitura do livro: “Onde está Deus?” Victor Kelleher
- Pesquisa: cada criança deverá entrevistar três adultos e perguntar quais deuses estas pessoas conhecem ou já ouviram falar
(Pedro é um garoto esperto que ouviu falar muito de Deus e está convencido de que Ele deve morar em algum lugar. Mas onde? Ninguém em sua casa parece ter muita certeza. Então, Pedro começa uma busca por conta própria, lá fora. O que ele poderá descobrir?)
ENTREVISTA – DEUSES
1. VOCÊ ACREDITA EM ALGUM DEUS? QUAL?
2. VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DE OUTROS DEUSES? QUAIS?




(ESSAS IMAGENS PEQUENAS SÃO ÓTIMAS PARA CONFECCIONAR JOGOS DA MEMÓRIA)











3o ano - ALTERIDADE
OBJETIVO: Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas
CONTEÚDO: As diferenças religiosas
SUGESTÃO DE ATIVIDADE:
- Contar a história da criação do mundo segundo as quatro matrizes religiosas








sábado, 21 de fevereiro de 2015

PAZ E RELIGIÃO

A Participação das religiões na construção da paz

ZEN BUDISMO

Como podem as religiões contribuir para a construção da Paz? E que Paz estamos conceituando? Definitivamente não é apenas a ausência de guerras declaradas - quer seja entre gangs, grupos, regiões e/ou países. Há a guerra da fome, da miséria, da injustiça social, do analfabetismo, das grandes ignorâncias, maldosas, ruidosas, distorcendo ensinamentos e doutrinas para dar vazão à ganância e a raiva. A Paz, o bem estar, a tranqüilidade só são possíveis se incluir todos os seres com igualdade de direito à boa qualidade de vida.

Como podem as religiões participar da construção de sociedades mais igualitárias e com capacidade de compreender e incluir todas as formas de vida? Como podem encorajar e desenvolver o respeito entre todos e incentivar os corações de ternura e amor a que proporcionem condições melhores para todos os co autores da vida na terra?
O que é a construção da Paz? Quais são os alicerces da Paz? Será que as religiões fornecem o material básico para o fortalecimento desses alicerces de sustentação? Será que os religiosos vivenciam os ensinamentos que pregam?
No passado as religiões eram as pontas de flecha das grandes transformações sociais. Com o correr dos anos algumas delas cresceram e se institucionalizaram de tal forma que parecem ter perdido seu propósito inicial de fazer o bem a todos os seres. Mas não foram as religiões que se transformaram. Não foram os ensinamentos e sim a ganância, a raiva e a ignorância que desviaram pessoas e grupos, fazendo-os esquecer a transcendência, o Iluminar e o Ser Iluminado.
Vieram as críticas, as desconfianças, o abandono, o descaso pelas religiões estabelecidas e a procura por novas e "puras" fontes de conforto e claridade.
Se as religiões aprenderem com a História da Humanidade poderão se redimir de seus erros do passado construindo uma linguagem de inclusão e respeito a diferentes tradições e expressões do Sagrado.

A Paz é construída a cada momento com nossas vidas através de gestos, ações, frases, palavras, idéias e pensamentos. É a vivência da Paz. É a nossa ternura e o nosso cuidar dos próximos e dos distantes, do conhecido e do desconhecido. É nosso respeito ao outro. É nosso respeito e carinho a nós mesmos - vida cósmica.
A Paz, em termos budistas, pode ser entendida como a Maravilhosa Mente de Nirvana. Mas, será que é possível um Nirvana pessoal e individual, independente do coletivo? Se o coletivo está doente e faminto, se o coletivo está em violência e tristeza, como pode o indivíduo - partícula do coletivo - estar separado do mesmo?
Há pessoas que se referem a algumas pessoas como "religiosos engajados" em movimentos de transformação político-sociais. Entretanto, toda pessoa verdadeiramente religiosa está envolvida nos movimentos de transformação sócio-econômicos do mundo, porque faz parte do mundo, porque é uma partícula deste mundo que sofre e se debate em fome, em dor; que se alegra e ri em esperança e renascimento de fé.
Será que existe alguma religião que não se proponha a amenizar o sofrimento do mundo e criar comunidades de seres responsáveis e ativos, que percebem como o todo inter age, como tudo está inter conectado?
O que cada um de nós está fazendo para amenizar a fome no mundo?
Isto é construir a Paz. O que cada um de nós está fazendo para melhor saneamento, melhores condições de saúde a todos os seres em todas as esferas de vida? O que cada um está fazendo para a preservação da natureza, das águas, das terras, dos ares, dos minerais, dos seres vivos? Que responsabilidade estamos tomando frente às dificuldades de milhões de seres humanos em se completarem, em serem felizes, verdadeiramente felizes?

Quais valores estamos transmitindo às nossas crianças? ( Entendo por nossas crianças todas as crianças- ricas e pobres, animais, vegetais e minerais) A família é a Família da Vida. Esta a nossa verdadeira família. Inclui todos os humanos e por conseqüência todos os outros seres, visto que somos todos feitos de elementos não-eu, constantemente inter agindo, inter sendo.
Como podem as religiões contribuir para a construção da Paz? Educando seres de paz, em paz, na paz. Renovando os valores éticos básicos de nosso pequeno mundo globalizado. Para tanto será necessário renovar a maneira de falar e de ser de seus praticantes. Foi-se o tempo de dizer que a "minha opção religiosa é a única e a melhor para todas as pessoas". Há diferentes tradições, algumas antigas, outras mais recentes. Todas aquelas que se dirigem a dar melhores condições de vida à própria vida, sem criar barreiras separatistas, discriminatórias e de conflito, mas criando ambientes de harmonia e respeito devem ser consideradas como parceiros na construção de uma Cultura de Paz. Uma Cultura de Paz, de Não Violência Ativa, a ser vivenciada em cada relacionamento, nas escolas, nas artes, no trabalho, nas casas, nas ruas das grandes, médias e pequenas cidades, nas áreas rurais, nos mares, montanhas e nos céus.
Podemos sim transformar os infernos de dores e sofrimentos nos paraísos de tranqüilidade e abundância dando um salto quântico no infinito e crendo no processo de desenvolvimento da própria vida.
Unidas, as várias religiões e tradições religiosas poderão trabalhar para o bem comum procurando abrir a todos, de par em par, os portais sem portas do Caminho Correto.
Para que trabalhem unidas, lado a lado, sem julgamentos de superioridade ou inferioridade nas suas opções e número de adeptos é preciso que seus líderes, seus dirigentes encontrem a flexibilidade e a humildade para se reverenciar ao Sagrado em cada ser e desenvolver a Grande Mente de Compaixão, Compreensão e Sabedoria. Só quando os seres humanos forem capazes de perceber sua posição cósmica de inter ação poderemos iniciar a caminhada pela Cultura da Paz. Esta caminhada já se iniciou para alguns, poucos ainda, que tateiam nas várias tentativas de encontrar os meios expedientes rápidos e benfazejos de apressar o processo de transformação para que todos se beneficiem. Para tanto não podem estar presos às suas tradições, conceitos e dogmas, mas livres através de suas tradições, conceitos e dogmas para a experimentação do Sagrado, que tudo une, tudo inclui, tudo abençoa, compreende e abrange.
As religiões poderão participar ativamente da construção da Paz quando seus adeptos verdadeiramente se tornarem agentes de Paz.
Fonte: http://www.monjacoen.com.br/textos-budistas/textos-da-monja-coen/139-a-participacao-das-religioes-na-construcao-da-paz











quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

ALTERIDADE PARTE II - CICLO II

4o ano - ALTERIDADE

OBJETIVO: Refletir sobre a alteridade e o respeito às diferenças, reconhecendo o direito à liberdade de expressão religiosa.
CONTEÚDO: As pessoas e suas diferentes crenças
SUGESTÃO DE ATIVIDADE:
Imprimir o relato das crianças da reportagem da folha online, pedir que, baseado no texto, cada criança faça um desenho. Passar o vídeo da reportagem para as crianças.

http://www1.folha.uol.com.br/serafina/2014/12/1560920-criancas-de-9-religioes-diferentes-desenham-seu-jeito-de-encarar-deus.shtml

5o ano - ALTERIDADE

OBJETIVO: Refletir sobre a alteridade e o respeito às diferenças, reconhecendo o direito à liberdade de expressão religiosa.
CONTEÚDO: As pessoas e suas diferentes crenças
SUGESTÃO DE ATIVIDADE:
Realizar uma pesquisa de campo, no entorno da escola, para saber quais as religiões presentes na comunidade escolar.


http://www1.folha.uol.com.br/serafina/2014/12/1560920-criancas-de-9-religioes-diferentes-desenham-seu-jeito-de-encarar-deus.shtml

ALTERIDADE PARTE II - CICLO I

1o ano - ALTERIDADE

OBJETIVO: Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas
CONTEÚDO: Cada um tem o seu jeito de ser e de acreditar
SUGESTÃO DE ATIVIDADE:
Confecção de um livro de imagens baseado no livro “Diversidade” de Tatiana Belinky - durante as conversas com as crianças explicar que, assim como as diferenças físicas, existem diferentes religiões e que cada pessoa segue aquela que lhe faz sentir-se melhor (como eles ainda são muito pequenos no primeiro ano, fica difícil entender estas diferenças nas primeiras aulas, mas ao longo do ano é muito bom ver a evolução)


2o ano - ALTERIDADE

OBJETIVO: Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas
CONTEÚDO: Cada um tem o seu jeito de ser e de acreditar
SUGESTÃO DE ATIVIDADE:
Assistir ao filme: “A infância de Krishna” , observar imagens de pessoas que seguem esta religião.
- Refletir e desenhar, se você fosse um deus, de que cor nasceria?




3o ano - ALTERIDADE

OBJETIVO:Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas
CONTEÚDO: Cada um tem o seu jeito de ser e de acreditar
SUGESTÃO DE ATIVIDADE:
Assistir ao vídeo “A vida de Buda” – histórias animadas e “Moisés” – da mesma série 
- Falar sobre a oração (judeus e cristãos) e sobre a meditação, mostrando imagens.









DIVERSIDADE

"A escola não pode tudo, mas pode mais. Pode acolher as diferenças. É possível fazer uma pedagogia que não tenha medo da estranheza, do diferente, do outro. A aprendizagem é destoante e heterogênea. Aprendemos coisas diferentes daquelas que nos ensinam, em tempos distintos, (...) mas a aprendizagem ocorre, sempre. Precisamos de uma pedagogia que seja uma nova forma de se relacionar com o conhecimento, com os alunos, com seus pais, com a comunidade, com os fracassos (com o fim deles), e que produza outros tipos humanos, menos dóceis e disciplinados. "(ABRAMOWICZ, 1997)

A DIVERSIDADE, BEM COMO O PRECONCEITO, INFELIZMENTE AINDA FAZEM PARTE DE NOSSA SOCIEDADE E A ESCOLA NÃO PODE SE OMITIR DESTAS QUESTÕES. A AULA DE ENSINO RELIGIOSO É O LUGAR PERFEITO PARA ESTAS DISCUSSÕES





As páginas estão fora de ordem, mas estão todas numeradas. 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

ALTERIDADE - PARTE 1 (ciclo II)

4o ano: ALTERIDADE

OBJETIVO:Refletir sobre a alteridade e o respeito às diferenças, reconhecendo o direito à liberdade de expressão religiosa

CONTEÚDO: A valorização de si mesmo e do outro

ATIVIDADE: Sugiro assistir ao vídeo do link abaixo e promover uma roda de conversa em que todo tenham a oportunidade de falar sobre o que sentiram. Porém, é necessário lembrar que não devemos forçar a criança a falar, só fala quem sentir vontade. Outro ponto importante a salientar é que não devemos reprimir a opinião das crianças, este é um espaço aberto para falar de sentimentos. Caso perceba que alguma criança tem um comportamento inadequado converse com ela em particular.





Atividades - alteridade 4o ano

5o ano: ALTERIDADE

OBJETIVO:Refletir sobre a alteridade e o respeito às diferenças, reconhecendo o direito à liberdade de expressão religiosa.

CONTEÚDO: A valorização de si mesmo e do outro

ATIVIDADE:
Promover uma roda de dança circular, com a música “Eu morava na areia, sereia” . Pedir que as crianças observem a importância de cada um para que a roda aconteça.




Atividades - Alteridade 5o ano




ALTERIDADE - PARTE 1 (ciclo I)

O primeiro conteúdo do plano anual de Ensino Religioso (primeiro ano - ciclo I) é alteridade. O objetivo é "1. Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas". Para dar início a este tema sugiro a leitura do livro "Minhas Contas" de Luiz Antonio.
Para quem trabalha na Rede Municipal de Ensino de Curitiba, os Faróis do Saber têm este livro.

Sinopse da editora: Minhas contas tematiza a tolerância religiosa ao contar a história de uma amizade abalada pelo preconceito. O livro revela-se ainda uma bonita celebração da cultura africana, tão importante para a formação da identidade brasileira. Pedro e Nei são "dois furacõezinhos" inseparáveis. Mas a mãe de Pedro o proíbe de brincar com o amigo por causa dos fios de contas que ele usa. As cores e os objetos do candomblé foram o ponto de partida para Daniel Kondo conceber as ilustrações, que demonstram as características de importantes orixás. As dezoito divindades que participam da história aparecem ao final em pequenas ilustrações e textos explicativos. Na quarta capa, a escritora Heloisa Prieto confirma a relevância da obra: "O texto comove ao apontar para uma responsabilidade que é da conta de todos nós: o direito à liberdade".

Foto: O primeiro conteúdo do plano anual de Ensino Religioso (primeiro ano - ciclo I) é alteridade. O objetivo é "1. Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas". Para dar início a este tema sugiro a leitura do livro "Minhas Contas" de Luiz Antonio.
Para quem trabalha na Rede Municipal de Ensino de Curitiba, od Faróis do Saber têm este livro.

Sinopse da editora: Minhas contas tematiza a tolerância religiosa ao contar a história de uma amizade abalada pelo preconceito. O livro revela-se ainda uma bonita celebração da cultura africana, tão importante para a formação da identidade brasileira. Pedro e Nei são "dois furacõezinhos" inseparáveis. Mas a mãe de Pedro o proíbe de brincar com o amigo por causa dos fios de contas que ele usa. As cores e os objetos do candomblé foram o ponto de partida para Daniel Kondo conceber as ilustrações, que demonstram as características de importantes orixás. As dezoito divindades que participam da história aparecem ao final em pequenas ilustrações e textos explicativos. Na quarta capa, a escritora Heloisa Prieto confirma a relevância da obra: "O texto comove ao apontar para uma responsabilidade que é da conta de todos nós: o direito à liberdade".
Atividades - alteridade 1o ano.
Sugiro pedir que as crianças sentem em duplas, uma de frente para a outra e desenhem o colega. Pode-se produzir um cartaz com os desenhos.



2o ano: ALTERIDADE

Objetivo: Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas

Conteúdo: Eu e os outro somos nós

Sugestão de atividade: DINÂMICA DO ESPELHO

DINÂMICA DA CAIXA COM ESPELHO
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.
Descrição: O professor motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar: "... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida".Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica. Pode-se pedir que as crianças façam um registro, por meio de desenho, de como se sentiram ao ver sua imagem na caixa.




Para falar de alteridade com o segundo ano sugiro o livro (disponibilizado em power point) "Ninguém é igual a ninguém". Após a leitura do texto podemos fazer a impressão digital dos dedos das crianças em uma folha, pedir que coparem um dedo com o outro e com os dedos dos colegas. Depois, as crianças podem criar desenhos a partir das impressões.
NinguéM é Igual A Ninguém
http://pt.slideshare.net/celoym/ningum-igual-a-ningum-presentation

Atividades com digitais
Foto: Atividades com digitais.
3o ano: ALTERIDADE

OBJETIVO: 1. Reconhecer o outro, refletindo e vivenciando o diálogo e o respeito às diferenças religiosas

CONTEÚDO: Eu e o outro somos nós.

SUGESTÃO DE ATIVIDADE:

- Ouvir a música “É tão lindo” – balão mágico
- Escrever a música em um cartaz e fazer a leitura apontada.
- Desenho de ouvido*

*DESENHO DE OUVIDO

A PROFESSORA DEVE DAR UMA FOLHA SULFITE PARA CADA CRIANÇA. E DEVE DAR AS COORDENADAS PARA O DESENHO. POR EXEMPLO:

- DESENHE UMA CABEÇA EM FORMA DE OVO;
- OS OLHOS PARECEM DUAS BOLINHAS DE GUDE;
- O NARIZ TEM FORMA DE CENOURA;

ATÉ QUE CONCLUAM O DESENHO, COM CORPO, MÃOS, PÉS, ETC. TUDO DE ACORDO COM AS COORDENADAS DA PROFESSORA.
AO FINAL A TURMA DEVE REFLETIR: A PROFESSORA FALOU A MESMA COISA PARA TODA A TURMA, MAS OS DESENHOS FICARAM TODOS DIFERENTES. POR QUAL RAZÃO?



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

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