terça-feira, 28 de outubro de 2014

KRISHNA, O MENINO AZUL



Você já parou pra pensar em como seria sua vida se você tivesse nascido azul? Ou de qualquer outra cor do arco-íris? 
Pois, há muitos anos, nasceu um menino azul, seu nome era Krishna e ele era muito importante. Ele era o deus Vishnu, que veio à terra para salvar as pessoas que estavam sofrendo. Dizem que sempre que a maldade no mundo está se tornando muito grande Vishnu toma a forma humana para nos salvar. Tem um filme que conta esta história, já postei outras vezes, mas não custa nada colocar aqui denovo:




O MENINO AZUL


Pelos vales e nas montanhas,
lá vem o menino azul
Tocando sua flauta encantada
Lá vem o menino azul
é Krishna , é Krishna
É o senhor Krishna

Descendo o leu das almas
Lá vem a borboleta azul
Batendo suas asas encantadas
Lá vem a borboleta azul
É Krishna, é Krishna
É o senhor Krishna .

Hare Krishna, Hare Krishna
Krishna Krishna Hare Hare
Hare Rama Hare Rama
Rama Rama Hare Hare

Hare Krishna, Hare Krishna
Krishna Krishna Hare Hare
Hare Rama Hare Rama
Rama Rama Hare Hare


Tem também um cantor brasileiro que gravou uma música linda em homenagem a Krishna:





Tem também um blog muito legal:
 http://devotinhosdekrishna.blogspot.com.br/2012_09_02_archive.html

Atividades:

1.       DESENHE KRISHNA, O MENINO AZUL.
1.DESENHE KRISHNA, O MENINO AZUL.

2.       SE VOCÊ FOSSE UM DEUS, DE QUE COR VOCÊ GOSTARIA DE NASCER?
2.       SE VOCÊ FOSSE UM DEUS, DE QUE COR VOCÊ GOSTARIA DE NASCER?





ARCO-ÍRIS


ESTA É A ORIGEM CIENTÍFICA DO ARCO-ÍRIS, MAS QUAL SERÁ A EXPLICAÇÃO RELIGIOSA? VAMOS DESCOBRIR JUNTOS:

CRISTÃOS E JUDEUS CONTAM QUE O ARCO-ÍRIS É UMA ALIANÇA ENTRE DEUS E OS HOMENS

SABE qual foi a primeira coisa que Noé e sua família fizeram ao sair da arca? Foi uma oferta ou um presente a Deus. Pode vê-lo fazer isso, no desenho aqui embaixo. Noé ofereceu seu presente de animais para agradecer a Deus que salvou sua família do grande dilúvio.

A arca e um arco-íris
Acha que Jeová gostou do presente? Sim, gostou. E por isso prometeu a Noé que nunca mais ia destruir o mundo por um dilúvio.
Em pouco tempo, a terra ficou seca, e Noé e sua família começaram uma vida nova, fora da arca. Deus os abençoou e disse: ‘Devem ter muitos filhos e aumentar em número, até haver gente em toda a terra.’
Mas, tempos depois, quando as pessoas ouvissem falar do grande dilúvio, talvez ficassem com medo de que acontecesse de novo. Por isso, Deus lhes deu algo que lhes lembrasse sua promessa de nunca mais inundar a terra inteira. Sabe o que lhes deu como lembrete? O arco-íris.

Noé e sua família
Muitas vezes, depois duma chuva, quando o sol brilha de novo, vê-se um arco-íris. Ele tem muitas cores bonitas. Já viu um? Vê um aqui no desenho?
Deus disse assim: ‘Prometo nunca mais destruir todas as pessoas e os animais por um dilúvio. Ponho meu arco-íris nas nuvens. E quando o arco-íris aparece, eu o verei e me lembrarei da minha promessa.’
Assim, quando você vê um arco-íris, de que se deve lembrar? Sim, da promessa de Deus, de nunca mais destruir o mundo por um grande dilúvio.

ATIVIDADE:



ARCO-ÍRIS, SEGUNDO UM MITO INDIANO

Uma vez,há muitos anos, todas as cores do mundo começaram a discutir reclamando cada uma ser a melhor, a mais importante, a mais útil, a favorita.


 O verde dizia: "É evidente que sou a mais importante. A minha cor é sinal de vida e de esperança. Fui a cor escolhida para os prados, para as árvores, para as folhas. Sem mim todos morreriam. É só olhar por campos afora para ve...r como eu estou em maioria". 

 O azul interrompeu: "Só estás a pensar na Terra, mas olha para a cor do céu e do mar. A água é a base da vida e são as nuvens que a tiram do mar azul. O céu oferece espaço e paz e serenidade. Sem a minha paz, não passaríamos de corpos atarefados".

 ... O amarelo riu: "São todas tão sérias. Eu trago o riso, a alegria e o calor para o mundo. O sol é amarelo, a lua é amarela, as estrelas são amarelas. Sempre que se olha para um girassol, o mundo inteiro começa a sorrir. Sem mim, não havia nada de divertido".

 Foi o laranja que a seguir fez soar a sua voz :"Sou a cor da saúde e da força. Posso não existir em quantidade, mas sou preciosa porque sirvo às necessidades interiores da vida humana .Trago comigo todas as vitaminas mais importantes. Pensem só nas cenouras e nas abóboras, nas laranjas, tangerinas. Eu não estou sempre presente, mas quando encho o céu, ao nascer ou ao pôr -do -sol, ninguém mais pensa em vocês".

 O vermelho já não aguentava mais e berrou :"Sou eu que mando em vocês todas, sou sangue, o sangue da vida. Sou a cor do perigo e da bravura, estou sempre pronta a lutar por qualquer causa. Trago fogo no sangue. Sem mim, a Terra estaria tão vazia quanto a lua. Sou a cor da paixão e do amor, da rosa vermelha e da papoula".

 O rosa púrpura ergueu-se em toda a sua majestade: era muito alto e falou com grande pompa: Sou a cor da realeza e do poder. Os reis, os chefes e os bispos escolheram-me sempre porque sou sinal de autoridade e de sabedoria. Ninguém me questiona: todos me escutam e obedecem".

 O violeta falou muito mais calmamente que os outros, mas com a mesma convicção: "Pensem em mim. Sou a cor do silêncio. Mal dão por mim, mas, sem mim, todos são superficiais. Represento o pensamento e a reflexão, o crepúsculo e as águas profundas. Sou preciosa para o equilíbrio e o contraste, para a oração e a paz interior ".

 E assim continuaram a contar os seus louvores, convencidas de que cada uma era melhor do que as outras, e a discussão tornou-se cada vez mais barulhenta. De repente, um relâmpago riscou o céu com o seu terrível brilho branco: o trovão ribombou. A chuva começou a cair incessantemente. As cores encolheram-se com medo, encostando-se umas às outras à procura de um pouco de conforto.

 Então a chuva falou: "Vocês estão a lutar uma contra as outras, cada uma a tentar dominar as outras. Não é nada inteligente! Dêem as mãos e venham comigo. Venham lançar-se num grande arco de cores a cruzar o céu, a lembrar que todas são queridas e que podem viver juntas em paz".

ATIVIDADE:


ORIGEM DO ARCO-ÍRIS, MITOLOGIA GREGA

Iris, a deusa do arco colorido do céu e mensageira de Hera, representa o lado feminino de Hermes. Era adorada pelos deuses e pelos mortais por sua natureza de bondade. Sempre quando havia uma mensagem para os mortais, Iris tomava a forma humana ou se apresentava como uma mulher alada. Ás vezes cortava o céu com a mesma rapidez que seu marido, Zéfiro, o vento oeste. Outras vezes descia suavemente através do arco íris que ligava o céu à terra.

Ela penetrava em todos os lugares e até mesmo o mundo das trevas abria suas portas para ela entrar. Ela sempre recepcionava os deuses com néctar e ambrosia quando eles retornavam de suas viagens. Iris preparava os banhos para Hera e lhe prestava serviços dia e noite, estando sempre à sua disposição. Assim Hera também a utilizava em suas vinganças embora sua tarefa fosse o consolo e a pacificação.

ATIVIDADE:

OXUMARÉ, A COBRA ARCO-ÍRIS

Oxumarê, filho mais novo e preferido de Nanã, irmão de Omulu. É uma entidade branca muito antiga, participou da criação do mundo enrolando-se ao redor da terra, reunindo a matéria e dando forma ao Mundo. Sustenta o Universo, controla e põe os astros e o oceano em movimento. Rastejando pelo Mundo, desenhou seus vales e rios. É a grande cobra que morde a cauda, representando a continuidade do movimento e do ciclo vital. A cobra é dele e é por isso que no Candomblé não se mata cobra. Sua essência é o movimento, a fertilidade, a continuidade da vida.
A comunicação entre o céu e a terra é garantida por Oxumarê. Leva a água dos mares, para o céu, para que a chuva possa formar-se - é o arco-íris, a grande cobra colorida. Assegura comunicação entre o mundo sobrenatural, os antepassados e os homens e por isso à associa do ao cordão umbilical.
Oxumarê é um Orixá bastante cultuado no Brasil, apesar de existirem muitas confusões a respeito dele, principalmente nos sincretismos e nos cultos mais afastados do Candomblé tradicional africano como a Umbanda. A confusão começa a partir do próprio nome, já que parte dele também é igual ao nome do Orixá feminino Oxum, a senhora da água doce. Algumas correntes da Umbanda, inclusive, costumam dizer que Oxumarê é uma das diferentes formas e tipos de Oxum, mas no Candomblé tradicional tal associação é absolutamente rejeitada. São divindades distintas, inclusive quanto aos cultos e à origem.
Em relação a Oxumarê, qualquer definição mais rígida é difícil e arriscada. Não se pode nem dizer que seja um Orixá masculino ou feminino, pois ele é as duas coisas ao mesmo tempo; metade do ano é macho, a outra metade é fêmea. Por isso mesmo a dualidade é o conceito básico associado a seus mitos e a seu arquétipo. Essa dualidade onipresente faz com que Oxumarê carregue todos os opostos e todos os antônimos básicos dentro de si: bem e mal, dia e noite, macho e fêmea, doce e amargo, etc.
Nos seis meses em que é uma divindade masculina, é representado pelo arco-íris, sendo atribuído a Oxumarê o poder de regular as chuvas e as secas, já que, enquanto o arco-íris brilha, não pode chover. Ao mesmo tempo, a própria existência do arco-íris é a prova de que a água está sendo levada para os céus em forma de vapor, onde se aglutinará em forma de nuvem, passará por nova transformação química recuperando o estado líquido e voltará à terra sob essa forma, recomeçando tudo de novo: a evaporação da água, novas nuvens, novas chuvas, etc.
Nos seis meses subseqüentes, o Orixá assume forma feminina e se aproxima de todos os opostos do que representou no semestre anterior. É então, uma cobra, obrigado a se arrastar agilmente tanto na terra como na água, deixando as alturas para viver sempre junto ao chão, perdendo em transcendência e ganhando em materialismo. Sob essa forma, segundo alguns mitos, Oxumarê encarna sua figura mais negativa, provocando tudo que é mau e perigoso.
Não podemos nos esquecer de que tanto na África, como especialmente no Brasil, a população negra, foi continuamente assediada pela colonização branca. Uma das formas mais utilizadas por jesuítas para convencer os negros, era a repressão física, mas para alguns, não bastava o medo de apanhar. Eles queriam a crença verdadeira e, para isso, tentaram explicar e codificar a religião do Orixás segundo pontos de vista cristãos, adaptando divindades, introduzindo a noção de que os Orixás, seriam santos como os da Igreja Católica. Essa busca objetiva do sincretismo sem dúvida foi esbarrar em Oxumarê e na cobra - e não há animal mais peçonhento, perigoso e pecador do que ela na mitologia católica.
Por isso, não seria difícil para um jesuíta que acreditasse sinceramente nos símbolos de sua visão teológica. Reconhecer na cobra mais um sinal da presença dos símbolos católicos na religião do Orixás e nele reconhecer uma figura que só poderia trazer o mal.
Na verdade, o que se pode abstrair de contradições como as que apresenta Oxumarê é que este é o Orixá do movimento, da ação, da eterna transformação, do contínuo oscilar entre um caminho e outro que norteia a vida humana. É o Orixá da tese e da antítese. Por isso, seu domínio se estende a todos os movimentos regulares, que não podem parar, como a alternância entre chuva e bom tempo, dia e noite, positivo e negativo. Conta-se sobre ele que, como cobra, pode ser bastante agressivo e violento, o que o leva a morder a própria cauda. Isso gera um movimento moto-contínuo pois, enquanto não largar o próprio rabo, não parará de girar, sem controle. Esse movimento representa a rotação da Terra, seu translado em torno do Sol, sempre repetitivo- todos os movimentos dos planetas e astros do universo, regulados pela força da gravidade e por princípios que fazem esses processos parecerem imutáveis, eternos, ou pelo menos muito duradouros se comparados com o tempo de vida médio da criatura humana sobre a terra, não só em termos de espécie, mas principalmente em termos da existência de uma só pessoa. Se essa ação terminasse de repente, o universo como o entendemos deixaria de existir, sendo substituído imediatamente pelo caos. Esse mesmo conceito justifica um preceito tradicional do Candomblé que diz que é necessário alimentar e cuidar de Oxumarê muito bem pois, se ele perder suas forças e morrer, a conseqüência será nada menos que o fim da vida no mundo.
Seu domínio se estende a todos os movimentos regulares que não podem parar, como a alternância entre o dia e a noite, o bom e o mal tempo (chuvas) e entre o bem e o mal (positivo e negativo).
Enquanto o arco-íris traz a boa notícia do fim da tempestade, da volta do sol, da possibilidade de movimentação livre e confortável, a cobra é particularmente perigosa para uma civilização das selvas, já que ela está em seu habitat característico, podendo realizar rápidas incertas.
Pierre Verger acrescenta que Oxumarê está associado ao misterioso, a tudo que implica o conceito de determinação além dos poderes dos homens, do destino, enfim: É o senhor de tudo o que é alongado. O cordão umbilical, que está sob seu controle, é enterrado geralmente com a placenta, sob uma palmeira que se torna propriedade do recém-nascido, cuja saúde dependerá da boa conservação dessa árvore.

ATIVIDADE:
(GIZ MOLHADO EM ÁGUA E COLA)













segunda-feira, 27 de outubro de 2014

BETO, O CARNEIRO (Ana Maria Machado)

SUGESTÃO DE TEXTO DISPARADOR PARA ATIVIDADES COM PRIMEIRO ANO.

Bebeto era um carneirinho cansado de carneirice. Cansado de fazer tudo o que seu mestre mandava.
Por isso, um dia, quando ouviu chamar:
- Bééé-béééé-to, vem cortar o cabelo....

Começou a reclamar:
- Não quero cortar cabelo nenhum. Careca não está na moda. Vou embora e vou ficar cabeludo como quiser.
 Quando o pastor se distraiu, ele subiu à montanha.

No meio do caminho, ainda ouvia a carneirada:
- Béééé-béééé-t.... Bééé-bééé-to....
 Depois não ouviu mais nada.

A montanha era calma e linda, tão alta que ficava no meio das nuvens.
Então Bebeto pensou:
“Oba, nuvem é uma coisa boa pra ser. Para um carneiro esperto como eu,  não é difícil ser branco e macio, nem ficar pra lá e pra cá.”
- Está resolvido: vou virar nuvem!
Entrou no meio da neblina e pronto...
Apareceu uma nuvem nova. Uma nuvem “bebeta”.
No começo era muito divertido. Cada passeio bom!
As nuvens viam todas as coisas da terra: rios, fazendas, praias e cidades.
De vez em quando vinha um vento e mudava tudo num momento.
Bebeto acabou cansando. Não gostava de ser mandado por ninguém.

E achou melhor virar outra coisa. Mas não sabia o quê.
Em cima do mar, viu as ondas lá embaixo, cheias de espuma branquinha.
- Oba, espuma é coisa boa pra ser!
Para um carneiro esperto como eu, não é difícil ser branco e levinho, nem boiar para lá e para cá.
Está resolvido: vou virar espuma!
A nuvenzinha fez uma chuva, misturou-se com a água do mar.
E pronto: apareceu uma espuma nova.
No começo foi uma maravilha. Que lindo o mar à noite, quando a luz brilha!
E que beleza de dia, com sol, que alegria!
 Vida boa!

Um dia...resolveu ir passear:
- Dona Onda, quero ir à praia, brincar na areia!
- Não senhor, agora não. Só na maré cheia!
- Deixa de onda, dona Onda....
Mas não adiantou. E ele também se cansou.
Por isso, quando dona Onda se distraiu, ele pegou uma onda e foi até a praia.

Quando chegou lá, ouviu um choro. Olhou, olhou, e descobriu que era uma carneirinha.
- Buéééé....Buéééé....Ninguém gosta de mim....Nenhum carneiro é meu amigo...
- Será que é porque sou uma ovelha negra?
Bebeto ficou morrendo de pena da ovelhinha morena.

E viu que precisava ser carneiro mesmo.
- Bom dia, carneirinha!
Eu quero ser seu amigo. Meu nome é Bebeto.
- Bom dia, Bebeto. Eu sou Memélia.

E os dois começaram a conversar e a brincar.
E um chamava o outro:
- Mééé-mééé-lia....
- Bééé-Bééé-to....
Correram, pularam, deram cambalhotas, cantaram e dançaram:
Carneirinho, carneirão, neirão, neirão...
Olhai pro céu, olhai pro chão, pro chão, pro chão...
Cataram conchinhas, fizeram castelos de areia.
E ficaram muito amigos e felizes.
Depois saíram viajando pelo mundo afora.
Casaram e tiveram uma porção de filhos.
Carneirinhos pretos, brancos e malhados.
Todos levados, alegres e brincalhões.

Muito felizes por serem apenas carneirinhos!
E todo mundo gostava deles!


OBJETIVO:
Reconhecer a diversidade construindo o seu referencial de entendimento das diferenças.

1. LEITURA DO TEXTO;
2. CONFECÇÃO DE CARNEIRO (DOBRADURA)

3. CONHECER OUTRA HISTÓRIA (DESTA VEZ RELIGIOSA) QUE FALE SOBRE CARNEIROS;

O VELOCINO DE OURO


Era considerado como um talismã que outorgava a quem o possuísse prosperidade e poder. Átamas, rei de Tebas, desposou Néfele e com ela teve Frixo e Hele. Tendo repudiado a esposa, casou-se em segundas núpcias com Ino que, enciumada planejou dar cabo à vida dos enteados. Para tanto, convenceu todas as mulheres da cidade que grelhassem todos os grãos de trigo, de forma que quando fossem plantadas as sementes, nada germinasse. Intrigado com tal acontecimento, o rei consultou o oráculo de Delfos para saber o porquê da infertilidade da terra.
Os mensageiros encarregados de trazer a resposta, subornados por Ino, mentiram ao rei ao afirmar que a terra só voltaria a brotar quando Frixo e Hele fossem sacrificados. Ciente da desgraça que estava prestes a se abater sobre os filhos, Néfele, desesperada, enviou-lhes o Velocino de Ouro, presente que Hermes lhe havia ofertado. Tratava-se de Crisómalos, filho de Netuno com a ninfa Teófana, um carneiro cujo pelo era feito de ouro. Nadava, corria e voava como nenhum outro animal podia fazê-lo.


Montados sobre seu dorso, os jovens alçaram vôo e escaparam da morte. Porém, fim trágico teve Hele, pois durante o percurso, sofreu uma vertigem e caiu nas profundezas do mar onde morreu afogada. Chegando são e salvo à Cólquida, Frixo foi recebido por Eetes, que além de recebê-lo e hospedá-lo alegremente, lhe ofereceu sua filha Calcíope em casamento. Agradecido, o jovem sacrificou o carneiro à Zeus , que por sua vez o transformou num símbolo de poder e prosperidade. Frixo arrancou seu pelo e o entregou a Eetes. O rei fixou o velo numa árvore, mais precisamente num carvalho, localizado no pomar dedicado a Ares e ali colocou como sentinela um terrível dragão que jamais fechava seus olhos em sono.



4. INTERDISCIPLINARIDADE (CIÊNCIAS) PESQUISAR SOBRE OS PELOS DO CARNEIRO;
5. COLAR ALGODÃO NO DESENHO DO CARNEIRO;

6. O CARNEIRO NO JUDAÍSMO;

















7. ENCONTRE O CARNEIRO



8. PESQUISA: PARA CASA - DESCUBRA, COM O AUXÍLIO DE SEUS PAIS, QUAL A DIFERENÇA ENTRE CARNEIRO E CORDEIRO?

9. O CORDEIRO NO CRISTIANISMO;
PARA OS CRISTÃOS JESUS ERA O CORDEIRO DE DEUS, POIS APÓS A SUA MORTE NÃO SERIA MAIS NECESSÁRIO SACRIFICAR ANIMAIS PARA OFERECER À DEUS:

Logo depois que foi preso, Jesus sofreu bastante. Os guardas riram dEle, bateram muito nEle, tiraram Sua  roupa, colocaram sobre Ele uma capa vermelha e uma coroa cheia de espinhos;pregaram suas mãos numa vara , e gritaram: 
— Viva o rei dos judeus!
.Eles também cuspiram em Jesus e bateram na Sua cabeça. Como Jesus sofreu!
O povo podia ter pedido para que soltasse Jesus, mas não pediram e gritaram: 
— Crucifique! Crucifique!
Jesus foi condenado à morte na cruz.
Jesus teve que carregar Sua cruz até o local onde seria crucificado. No caminho, como a cruz era muito pesada, obrigaram um homem chamado Simão a ajudar Jesus.
Quando chegaram ao monte chamado Calvário, pregaram Jesus na cruz.
Mesmo com tudo o que as pessoas fizeram para Jesus, Ele continuava amando aquelas pessoas e pediu para Deus perdoá-las.
Perto Dele estavam crucificados também dois ladrões. Um deles não quis acreditar em Jesus, mas o outro disse a seu companheiro: 
— Você não teme a Deus... o nosso sofrimento é justo, porque estamos recebendo o castigo pelo que fizemos; mas ele não fez nada de mau.
Aquele que acreditou disse para Jesus: 
— Jesus, lembre-se de mim...”.
E Jesus lhe respondeu: 
— Hoje mesmo estarás comigo no céu.
Antes de morrer, Jesus disse a Deus, Seu Pai: 
— Pai, em suas mãos entrego o meu espírito!
Depois de dizer isso, Ele morreu. 

10. INTERDISCIPLINARIDADE (MATEMÁTICA): VIMOS 4 HISTÓRIAS SOBRE CARNEIROS (CORDEIROS), ENTÃO SUGIRO REALIZAR A ATIVIDADE ABAIXO





ETAPA 002 - LIDERANÇAS RELIGIOSAS


Etapa 02 – Lideranças religiosas - Como “Martin Luther King Jr.” Contribuiu com a sociedade?
Martin Luther King Jr, era pastor (filho de pastores da igreja Batista) e negro. Ser negro nos Estados Unidos da América não era nada fácil. Seu acesso à saúde, educação, emprego, etc. estava condicionado a um racismo cruel e nada discreto. Luther King lutou pelos direitos dos negros e fez de sua vida a própria luta. Ganhou um prêmio Nobel da paz em 1964 e, em 1967, uniu-se a grupos que lutavam pelo fim da guerra do Vietnã.
Ele pregou, não só a sua religião, mas acima de tudo a igualdade entre as pessoas e o fim do racismo. Defendeu a luta pela liberdade, sem violência:
“Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma.”
Falou sobre o principal ensinamento de sua religião (o cristianismo protestante) sem impor seus idéias religiosos aos outros, ensinou ao mundo sobre o que é o amor e a caridade apenas com atos de bravura e de luta pelo seu povo.
“Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença ­ nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais. 
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade. 
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça. Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje! Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje! Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.”
Martin Luther King Jr, não foi apenas um líder religioso, foi um líder social que buscou, através do amor, a igualdade entre todos os seres humanos.
“A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio.”