
Este blog visa contribuir para o desenvolvimento das práticas de Ensino Religioso, nas escolas de Ensino Fundamental, sob a perspectiva da diversidade religiosa e cultural.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
A história do incenso nas diversas civilizações
Muitas coisas são empregadas na composição do incenso: gomas, resinas, madeiras e suas cascas, óleos e até drogas alucinógenas.
Para muitos, acender um incenso é um ritual sagrado. Segundo o Padma Purana, texto que faz parte dos Vedas da Índia milenar, o incenso deve ser usado sempre que se desejar preparar o ambiente para meditação, yoga e para obter proteção espiritual.
Os egípcios eram muito experientes na manufatura e uso de incensos e conduziam a composição dos mesmos com verdadeira arte. Muitas de suas idéias relativas ao incenso eram compartilhadas por outros povos e outras crenças. Os ingredientes eram misturados num ritual secreto, acompanhado pela entoação de textos sagrados. Tinha o misterioso significado da harmonia e da ordem.
Existem relatos de que fora importado da Arábia, mas muitas espécies nativas de materiais aromáticos já eram usadas.
Existem outro relatos de que o incenso foi criado na Índia cerca de 6000 anos a.C.
A pessoas imaginavam que a fumaça do incenso criava uma ligação física entre os homens e os deuses.
Existem outro relatos de que o incenso foi criado na Índia cerca de 6000 anos a.C.
A pessoas imaginavam que a fumaça do incenso criava uma ligação física entre os homens e os deuses.
Repetidas referências ao incenso no Velho Testamento indicam que seu uso é muito antigo entre os judeus. De fato, na Versão Autorizada, usa-se frequentemente a palavra para se referir à queima de oferendas e os antigos hebreus podiam ter encarado o uso do incenso, bastante popular entre os babilônios, como simples pompa de idolatria. Também foi assim encarado pela antiga igreja cristã, que associava ao paganismo.
Geralmente os pesquisadores concordam agora que a queima de incenso só foi introduzida no ritual judaico por volta do século VII a.C. Contudo, uma vez adotado, tornou-se cada vez mais importante nos atos de adoração.
Geralmente os pesquisadores concordam agora que a queima de incenso só foi introduzida no ritual judaico por volta do século VII a.C. Contudo, uma vez adotado, tornou-se cada vez mais importante nos atos de adoração.
Parece que o incenso, no sentido de gomas e resinas como as conhecemos, só foi usado pelos gregos após o período homérico.
Como os outros povos, os gregos achavam que um aroma agradável e doce dava prazer aos deuses. Antes do século VIII a.C. o incenso como tal não era empregado pelos gregos, talvez tenha sido introduzido através do culto de Afrodite e que é certo que tradicionalmente, tenha sido trazido da Fenícia, através de Chipre, onde foi empregado em tal culto. Era oferecido juntamente com frutas, doces, trigo, etc., ou sozinho como oferenda isolada, tanto no culto aos deuses ou em rituais domésticos.
Como os outros povos, os gregos achavam que um aroma agradável e doce dava prazer aos deuses. Antes do século VIII a.C. o incenso como tal não era empregado pelos gregos, talvez tenha sido introduzido através do culto de Afrodite e que é certo que tradicionalmente, tenha sido trazido da Fenícia, através de Chipre, onde foi empregado em tal culto. Era oferecido juntamente com frutas, doces, trigo, etc., ou sozinho como oferenda isolada, tanto no culto aos deuses ou em rituais domésticos.
Como aconteceu com muitas religiões em seu estágio inicial, o uso do incenso era desconhecido no antigo budismo. Contudo, com o passar do tempo. O budismo também sucumbiu a ele, especialmente o budismo setentrional, onde seu uso se tornou generalizado.
No Ceilão, perfumes e flores são colocados diante da imagem de Buda, embora ocorra do Tibet, seu maior emprego, uma vez que é utilizado nas cerimônias de iniciação de monges e constitui parte dos rituais diários dos mosteiros.
No Ceilão, perfumes e flores são colocados diante da imagem de Buda, embora ocorra do Tibet, seu maior emprego, uma vez que é utilizado nas cerimônias de iniciação de monges e constitui parte dos rituais diários dos mosteiros.
Na religião romana, uma das partes mais importantes do libamina (oferenda sem sangue) era o tus, que significa tanto incenso como olíbano. Nenhum ritual poderia ser considerado completo sem ele.
O incenso também era oferecido isoladamente, privada ou publicamente, e era oferecido aos lares familiares, ou deuses domésticos. Podia ser queimado em altares maiores, braseiros ou em pequenos altares portáteis chamados foci turibulum.
O incenso também era oferecido isoladamente, privada ou publicamente, e era oferecido aos lares familiares, ou deuses domésticos. Podia ser queimado em altares maiores, braseiros ou em pequenos altares portáteis chamados foci turibulum.
O cristianismo demorou muito a adotar o incenso em seus ritos. Os serviços da antiga igreja eram muito simples e o incenso (salvo como purificador) era evitado como algo judaico ou pagão.
Muitas autoridades eclesiáticas alegaram que a razão para a omissão do incenso era que não foi empregado pela Igreja pelo menos até 300 anos após os tempos de Apostolado.
Como ocorreu com muitas outras coisas, o fato de ser seu uso judaico parece ter levado os primeiros cristãos a negligenciá-lo, pois suas associações com o paganismo e a prática comum de renunciar a fé, oferecendo alguns grãos de incenso aos deuses ou sobre o altar do imperador, provavelmente constituiu forte intimidação.
Muitas autoridades eclesiáticas alegaram que a razão para a omissão do incenso era que não foi empregado pela Igreja pelo menos até 300 anos após os tempos de Apostolado.
Como ocorreu com muitas outras coisas, o fato de ser seu uso judaico parece ter levado os primeiros cristãos a negligenciá-lo, pois suas associações com o paganismo e a prática comum de renunciar a fé, oferecendo alguns grãos de incenso aos deuses ou sobre o altar do imperador, provavelmente constituiu forte intimidação.
Na própria religião islâmica, não há alusão ao incenso, mas é comum oferecê-lo nos altares dos santos e seu uso é permitido, por tradição como perfume para uma pessoa falecida. Na Índia, provavelmente devido à influência do hinduísmo, os mulçumanos utilizam-no em seus rituais (circuncisão, casamento e funerais), pois supõem que tenha o poder de manter afastados os maus espíritos.
Fonte: Livro Incenso – Leo Vinci – Ed. Hemus 4a ed.
INCENSO
Como oferenda, possui duas funções: a de agradar e homenagear os deuses e a de fazer os pedidos chegarem mais rápido até eles.
Além de acalmar e perfumar, ele é utilizado em muitas religiões para agradar os deuses.
Para várias culturas, o incenso é um elo com o sagrado. “A fumaça aponta para o mistério de Deus, ajuda a transcender”, diz Maria Ângela Vilhena, professora do Departamento de Teologia e Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
A civilização egípcia foi a primeira a registrar seu emprego com a intenção de afugentar os maus espíritos e homenagear seus deuses.
Mais adiante, na Bíblia, o incenso aparece como um dos presentes levados pelos três reis magos a Jesus. “Assim como o ouro, os perfumes e os incensos eram ofertados por serem caros e preciosos”, afirma Maria Ângela Vilhena.
É na Índia que o incenso ganha a força e o contorno que, anos depois, veio a ser comercializado no Brasil: uma mistura de ervas e resinas em forma de vareta.
“Diz-se que o incenso surgiu na Índia, onde continua a ser feito artesanalmente”, afirma Norie Imayuki, pesquisadora e fabricante desse artigo.
Nos rituais hare krishna, a religião que difundiu o uso dos incensos por aqui, ele permanece no altar e é oferecido a Krishna (ou Vishnu).
“É uma representação do elemento ar e ajuda a estabelecer um vínculo com o supremo”, diz Gadhadara Das, monge do Templo Hare Krishna São Paulo.
No budismo tibetano, o incenso é o símbolo da generosidade e do desprendimento. É um dos elementos que representam os prazeres sensoriais – no caso, o olfato
.

Símbolo do desapego e da purificação
A proposta é oferecê-lo para as deidades. Pois, dessa forma, a pessoa exercita o desapego dos prazeres sensoriais que é entregue como presente e se vai com a fumaça.
O incenso também deixa o ambiente agradável, livre de energias negativas. É capaz de tornar ainda mais forte um ritual do qual participam várias pessoas. “Todos ficam na mesma vibração”, diz Meeta Ravindra, especialista em cultura indiana.
Fonte: Abril.com
Retirado de: http://noticias.gospelmais.com.br/aprenda-o-significado-do-incenso-em-diferentes-culturas.html
PROPOSTA DE ATIVIDADE
Fazer incensos naturais com ervas aromáticas.
http://dicasnaturais.com/como-fazer-incenso-natural-com-ervas-aromaticas/#
sábado, 8 de agosto de 2015
ATIVIDADES SOBRE O TEXTO - FESTAS RELIGIOSAS
QUARTA-FEIRA DE CINZAS

SEMANA SANTA

CORPUS CHRISTI

FINADOS

NATAL

ATZERET

CHAG HAKATZIR

YOM KIPPUR

MATAN TORÁ

AIÊ

ÁGUAS DE OXALÁ

FESTA DO SENHOR DO BONFIM

DIA DA UMBANDA

IEMANJÁ

RAMADAN

LAYLAT AL-BAR'H

DIA DA HÉGIRA

BUDISMO TIBETANO



ZEN BUDISMO





SEMANA SANTA

CORPUS CHRISTI

FINADOS
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ATZERET
CHAG HAKATZIR
YOM KIPPUR
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FESTA DO SENHOR DO BONFIM

DIA DA UMBANDA
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LAYLAT AL-BAR'H
DIA DA HÉGIRA
BUDISMO TIBETANO
ZEN BUDISMO

FESTAS RELIGIOSAS
Em uma pesquisa sobre festas e comemorações religiosas, encontrei um site com o texto que irei disponibilizar abaixo.
Comemorações Religiosas
Existem milhares de festas e comemorações no mundo inteiro, cada uma com um significado em especial, há as comemorações de datas especiais para um país, estado ou cidade, há comemorações pessoais como aniversário, aniversário de casamento, aniversário de namoro, enfim existem comemorações e festas para tudo que se imagina.
Além das comemorações já citadas há em especial as comemorações e festas religiosas as quais são importantes para muitas pessoas no mundo inteiro. Tais comemorações em alguns lugares viraram até feriados por ter uma grande importância religiosa.
Cada religião tem suas comemorações para com as suas crenças, mas há algumas religiões que tem comemorações em comum só que cada uma tem um jeito diferente de comemorar essa data em questão.
Algumas Comemorações
O Natal é o maior exemplo de festa religiosa, pois acontece praticamente no mundo inteiro e é festejado por muitas pessoas todos os anos. Nesta data comemora-se o nascimento de Jesus, por isso muitos fazem uma ceia em suas casas e se juntam com toda a família para comemorar essa data tão especial.
Como já foi dito cada religião tem suas festas religiosas e comemorações por isso fica difícil falar sobre todas, mas citaremos aqui algumas festas e comemorações realizadas por algumas religiões, confira:
Cristianismo
– Ano Santo
– Quarta-Feira de Cinzas
– Semana Santa
– Sexta-Feira Santa
– Quarta-Feira de Cinzas
– Semana Santa
– Sexta-Feira Santa
– Corpus Christi
– Páscoa
– Dia dos Finados
– Natal
– Páscoa
– Dia dos Finados
– Natal
Judaísmo
– Atzeret
– Chag Hakatzir
– Hanukah
– Chag Hakatzir
– Hanukah
– Shabbat
– Yom Kippur
– Matan Torá
– Yom Kippur
– Matan Torá
Religiões Afro-brasileiras
– Aiê
– Águas de Oxalá
– Festa do Senhor do Bonfim
– Águas de Oxalá
– Festa do Senhor do Bonfim
– Dia da Umbanda
– Festa de Ogum
– Festa de Iemanjá
– Festa de Ogum
– Festa de Iemanjá
Islão
– Ano-novo
– Ramadão
– Ramadão
– Laylat al-Bar’h
– Dia da Hégira
– Dia da Hégira
Budismo Tibetano
– Chö Khor Dutchen
– Chö Trul Dutchen
– Hla Bab Dutchen
– Chö Trul Dutchen
– Hla Bab Dutchen
– Losar
– Saka Dawa
– Saka Dawa
Zen Budismo
– Grande Sabedoria
– Iluminação de Buda
– Joya Kane
– Morte de Buda
– Iluminação de Buda
– Joya Kane
– Morte de Buda
– Obon
– Nascimento de Buda
– O-higan
– Origan
– Nascimento de Buda
– O-higan
– Origan
Fonte: http://guiadicas.net/festas-religiosas/
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